sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Elefante quase branco
É com idignação e tristeza que eu toco nesse assunto que está gerando a muito tempo, e não é para menos, revolta na população do Rio de Janeiro, obra elaborada na gestão César Maia a Cidade da Música tinha tudo para dar certo se não fosse o jogo político ou politiqueiro, como preferir, que assola a política do Município.
Um trabalho desenvolvido por um arquiteto francês ( talves Maia não acredite que existam arquitetos brasileiros competêntes ), é de dimensões faraonicas no coração da Barra da Tijuca um esqueleto enorme que além de acabar com a paisagem do local acabou virando um grande monumento que celebra o descaso com o dinheiro público na cara dos cariocas, passar por aquele local todos os dias faz você pensar que a sua cara está estampada naquela obra e com direito a nariz vermelho e tudo. Paes age como se aquilo fosse um filho bastardo que ele teve que adotar sem ser consultado, ainda faltam R$250 milhões para o termino mas Paes só adimite investir mais R$50 milhões.
A Cidade da Música foi uma boa idéia pensada por uma cabeça ruim, pois se fosse feita realmente com a intensão de ser uma cidade da cultura musical carioca e mundial onde novos e consagrados artistas teriam mais um espaço para divulgar a maravilhosa e respeitada música brasileira.
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Fala Renato, parabéns pela iniciativa. Mais uma força de uma cabeça pensante da cultura e do jornalismo. Digo mais uma, pois de fato, temos um monte de blogs por aí, cada um com sua característica, mas temos espaço para tudo. O mais importante é ler,ler,ler... e se informar sobre tudo.
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